domingo, 12 de setembro de 2010

«A EXPERIÊNCIA DEMONÍACA» ( 2 VOLS. ) - ERNEST DE GENGENBACH - Contada por FREI COLOMBAN DE JUMIÈGES


TOMO I

INTRODUÇÃO

PRIMEIRA PARTE - SATÃ EM PARIS
SEGUNDA PARTE - SAINT-WANDRILLE
TERCEIRA PARTE - 1935-1945
QUARTA PARTE - A PEDRA QUE ROLA

ANEXOS: SOBRE GENGENBACH


TOMO I I

QUINTA PARTE: O ETERNO FEMININO
SEXTA PARTE : JUNTO DOS JESUÍTAS
SÉTIMA PARTE: A AVENTURA DE NOVO

POSFÁCIO

APRESENTAÇÃO DE JEAN GENGENBACH POR ANDRÉ BRETON


«A EXPERIÈNCIA DEMONÍACA»
ERNEST GENGENBACH
Contada por FREI COLOMBAN DE JUMIÈGES
TRADUÇÃO: KARL NAPSCHERADETZ
( 2 VOLS. )
COLECÇÃO JANUS Nºs 1 e 2
SÉRIE: CONTRA-INICIAÇÃO
EDITORIAL VEGA
LISBOA - 1976

Estes dois TOMOS, são os dois primeiros títulos da COLECÇÃO ´JANUS`: Dois rostos da mesma realidade, passado e futuro, CÉU e INFERNO, início e fim. Na sua b(arca) passamos da face aparente das coisas à face escondida a que muito poucos têm acesso. E assim navegamos sem nos perdermos, sobre as águas da indiferença e do caos. No fim da viagem, com as suas chaves abre-nos a porta da sua terceira (verdadeira) face: a do eterno presente.

´Do seminário ao surrealismo, do satanismo à gastronomia, de MARITAIN a JOSÉPHINE BAKER, as múltiplas faces de uma existência atribulada: a de ERNEST GENGENBACH, poeta,
apóstata e personagem mundano. Um jogo de reflexos em torno de nomes como ANDRÉ BRETON, JEAN COCTEAU, PAUL ÉLUARD, ROBERT DESNOS, OLIVIER MESSIAEN, ANTONIN ARTAUD, SIMONE DE BEAUVOIR, JEAN-PAUL SARTRE, HENRY MILLER.
Os limites equívocos das dimensões ocultas da existência e do charlatanismo` .

Da INTRODUÇÃO: ...antigo seminarista que se tornou anarco surrealista...Este homem...
Tendo simultaneamente um pé no INFERNO, mas um olhar nostálgico na JERUSALÉM CELESTE. ...Caminhando solitário, vagueando sem destino ... GENGENBACH deixa-se conduzir
por uma ESTRELA DA MANHÃ que para ele representa, para além do símbolo da VIRGEM MÃE da iniciação cristã, a imagem obsessiva do ETERNO FEMININO.

FREI COLOMBAN DE JUMIÈGES

Do POSFÁCIO:
«Evidentemente que não retorno à fé da minha juventude. Mas, neste desolado mundo em que vivemos, a paixão humana possui um único objectivo...Este objectivo apresenta-se sob as mais variadas formas, mas só compreendemos o sentido dessas formas, se nos apercebermos da sua profunda coesão.
«Insisto no facto que, nesta obra, os laços da religião cristã e os da vida erótica aparecem na sua unidade.»

GEORGES BATAILLE, ´O EROTISMO`


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